Tributo é a maior conta de boa parte das empresas brasileiras. Também é a que menos recebe decisão consciente. Esta frente existe para o imposto sair do piloto automático: entender a carga real, desenhar o caminho certo para o seu regime e a sua operação, e montar a governança que mantém a apuração consistente.
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Reforma Tributária
Uma reforma de sete anos, e cada ano cobra uma decisão diferente da sua empresa.
O Comitê da Reforma Tributária acompanha a empresa em toda a transição do IBS e da CBS, do mapeamento de impacto à operação rodando no sistema novo.
Escolher o regime é o começo da conversa, não o fim dela.
Planejar tributo não é escolher entre Simples, Presumido e Real numa planilha. É entender como a operação funciona por dentro (o que a empresa vende, para quem, de onde sai e onde entrega) e só então calcular qual estrutura cobra menos. Regime errado custa caro todo mês, em silêncio.
Os caminhos são lícitos e conhecidos: reduzir, postergar, diferir. Cada um vale em um contexto e nenhum vale em todos.
O que o planejamento devolve
Carga menor, dentro da lei
Redução, postergação ou diferimento por caminhos previstos em lei, não por interpretação otimista.
Passivo oculto à mostra
Falhas na estrutura atual que já estão gerando risco aparecem antes de virarem autuação.
Benefícios e regimes que cabem
Incentivos e regimes especiais que a operação já poderia estar usando e não usa.
Como o planejamento é montado
01
Atividade operacional
O que a empresa faz, para quem vende e como entrega.
02
Estrutura da operação
Como a atividade está organizada hoje entre empresas, filiais e centros de custo.
03
Classificação tributária
Como produtos e serviços estão classificados e o que essa classificação está custando.
04
Carga efetiva
Quanto a operação paga de verdade, e não o que a alíquota nominal sugere.
05
Regimes e benefícios
Se há regime especial ou benefício fiscal aplicável a esta operação.
06
Comparativo entre regimes
O cálculo lado a lado dos regimes possíveis, com os números da empresa.
07
Conclusão
A estrutura tributária que faz sentido para esta empresa, com o passo a passo para chegar lá.
O regime certo aparece no comparativo. O caminho até ele é que precisa ser desenhado.
03
Consultoria Tributária e Governança Fiscal
O fisco agora dá nota. Vale saber qual é a sua.
A fiscalização deixou de ser sorteio. Cruzamento de dados, obrigação acessória digital e classificação por comportamento mudaram o jogo: o fisco sabe o que a empresa declarou antes de perguntar qualquer coisa. Governança fiscal é manter a apuração em ordem o ano inteiro, em vez de arrumar a casa quando chega a intimação.
O que muda com a governança em ordem
Menos exposição a autuação
Inconsistência corrigida na apuração não vira multa depois.
Classificação melhor nos programas de conformidade
Nota alta no Nos Conformes e no Sintonia tem efeito prático na relação com o fisco.
Crédito e reputação
Empresa regular atravessa a due diligence de banco, investidor e comprador sem sustos.
Previsibilidade
O fechamento fiscal deixa de ser o evento tenso do mês.
04
Gestão de Passivo Tributário
Dívida tributária organizada é dívida negociável.
Passivo tributário raramente aparece de uma vez. Vai se formando em parcelamento antigo, débito discutido, competência que ficou para trás, até o dia em que trava uma certidão, uma licitação ou uma venda. Gerir o passivo é mapear tudo o que existe, separar o que é devido do que é discutível e escolher a via de regularização que a empresa consegue pagar.
O que uma gestão de passivo resolve
O parcelamento certo, não o primeiro
Programas de parcelamento e transação têm regra e desconto diferentes; escolher errado custa dinheiro por anos.
Prioridade clara
Com o passivo mapeado, dá para decidir o que regularizar primeiro pelo efeito no caixa e nas certidões.
Caixa preservado
A regularização é desenhada junto com o fluxo de caixa, não contra ele.
Certidão em dia
Regularidade fiscal é o que destrava crédito, licitação e operação societária.
A legislação vem separando quem passa por dificuldade real de quem faz da inadimplência um modelo. É o que está por trás da discussão do devedor contumaz. Empresa que se antecipa e regulariza com critério fica do lado certo dessa linha.
05
Diagnóstico Tributário
Antes de mudar qualquer coisa, saber exatamente onde a empresa está.
O diagnóstico abre a apuração e confere item por item: classificação de produtos e serviços, base de cálculo, crédito aproveitado, benefício aplicável, obrigação acessória entregue. De um lado sai o que a empresa pagou a mais e pode reaver; do outro, o que está errado e vai cobrar juros mais tarde.
O que o diagnóstico entrega
Oportunidade de economia mapeada
Crédito e benefício que a rotina não enxerga porque ninguém para para olhar.
Pontos de atenção sinalizados
Inconsistência e passivo oculto identificados enquanto ainda dá para corrigir.
Base para o planejamento
Com a carga efetiva medida, a escolha de estrutura deixa de ser palpite.
Risco menor de autuação
O que estava fora de conformidade entra em conformidade antes da fiscalização.
Diagnóstico é o exame. O planejamento, a recuperação e a defesa vêm depois dele, e por causa dele.
Uma indústria no Lucro Real começou a vender um produto novo pagando PIS/COFINS integral. Numa revisão tributária periódica, a classificação fiscal do item mostrou outra possibilidade técnica: o enquadramento numa NCM com alíquota zero de PIS/COFINS.